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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

O corte dos Chouriços


Os mediáticos comentadores escolhidos a dedo pelos "insuspeitos" média têm sido úteis para o descalabro. De resto não é por nada que as televisões os coleccionam. Vejamos: Pacheco Pereira, Marcelo Rebelo de Sousa, Alberto João Jardim, Marques Mendes, Vitorino, Carrilho, Medina Carreira... Sem contar com os "comentadores" oficiosos que repetem até à náusea a lição mil vezes repetida das soluções inevitáveis e das "rendições" irrecusáveis. Os critérios jornalísticos são um clamor fervendo de indignação, e estou farto de denunciar seria e vigorosamente os seus dislates.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Sobre o alcoólico: A sua descrição



Alberto João Jardim faz o que quer. Arrogante e pesporrente, criou na Madeira um clima de medo e de favorecimento de clientelas ao melhor estilo caciqueiro. O Estado é tolerante: tem aceite as diatribes, os humores e as vontades, como se existissem energúmenos bons e energúmenos maus.
Alberto João Jardim insulta quem muito bem lhe apetece, promove a calúnia e instiga o separatismo (ele e os que o acompanham) com assobios para o lado. Ameaça e faz chantagem com o dinheiro dos impostos de todos nós, contados ao milímetro para os restantes cidadãos, com impunidade e a conivência do Estado.
Alberto João Jardim não cumpre as leis da República porque não, com argumentos porque sim. É um fora da lei a gritar agarra que é ladrão e o Estado remata para canto, dizendo que o assunto se resolverá.
Alberto João Jardim faz de palhaço-estadista, faz de estadista-alcoólico, como se o Estado fosse um circo ou uma taberna.

As declarações mais ou menos alcoólicas do soba da Madeira



A "COISA" da Madeira, de seu nome Alberto João Jardim chegou uma vez, com a Salazarenta e idiota ideia de propor a proibição do comunismo na Constituição.
Agora firmou que a "estabilidade social" pedida pelo líder nacional do PSD no Pontal "só é possível se imediatamente forem tomadas medidas junto dos meios de comunicação social, aparelho de justiça e forças de segurança".


Meus caros leitores, o grave não é somente este alcoólico proferir esta sentença, mas sim saber, que por vezes as vozes imprudentes,que não medem aquilo que dizem, dizem o que os seus superiores hierárquicos pensam e defendem nos corredores do poder.


Por isso, antes de irmos todos para a clandestinidade, comecem a escolher um pseudónimo qualquer, comprem unss óculos de aros, e pintem o cabelo todo, todinho, de branco, assim a modos como o do Vital Moreira.


Os 4 magníficos... O saque continua!


Para quem pensava que Crato era o homem certo para o lugar certo, é justo então dizer: Começou a Silly Season


Este tipo nunca me enganou, mal tomou posse, comecei com as hostilidades, não me envergonho, sim, sei que sofri algumas criticas, porque diziam que estava a colocar a carroça diante dos bois.

No entanto a politica e a critica, também são integrantes da arte da antecipação.

Agora é altura de dizer que este próximo ano lectivo afinal vão fechara 297 escolas e não as 266 faladas por Nuno Crato.


Um pesadelo para as autarquias, escolas e pais deve ser que só se saiba quais são a menos de um mês de começarem as aulas. Se lhe juntarmos as confusões com programas, a colocação e avaliação de professores custa entender qual o caminho que segue o Nuno Crato, mas sabemos onde vai chegar. Escolas geridas em função do lucro, rascas para os mais pobres, pagas para a classe média e escolas de exelência para os filhos do poder.


Agora sou eu que digo: Por favor deixem de fazer parte da Silly Season.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Requiescat in pace Portugal


Já sabemos que o corte do 13º mês e a antecipação do aumento em 17% na taxa de IVA da electricidade e do gás já para Setembro servem para pagar metade dos 2 mil milhões de desvio orçamental causado pelo negócio do BPN e pela governação do João Jardim ruinosa.
Para 2012 vem o um novo aumento dos impostos para cobrir a restante despesa.
Rest in peace Portugal

Então o Passos Coelho não tinha dito que não ia subir os impostos?


Parabéns: sejam todos




O objectivo do governo e o seu modelo:


Um regresso à podridão


Regressado a casa, depois de umas férias muito agradáveis, eis que continuo a ser brindado com as mais horríveis e nefastas medidas.
O governo anunciou uma medida (descida da T.S.U.) que supostamente iria aumentar a competitividade das empresas - o que, diga-se, tenho bastantes dúvidas. Por outro lado, aumentam em 17% o gás natural e a electricidade e, como consequência, dificultam ainda mais o dia-a-dia das empresas.

A medida da T.S.U apenas vai beneficiar o grande capital e criar a morte da segurança social, com a sua descapitalização.

sábado, 6 de agosto de 2011

Crónica do bom malandro


Lembro das longas sessões ofensivas com que me lançava nas aulas de história, contra a injustiça do capitalismo, seja ele onde for, por quem quer que seja praticado, não me interessam rostos, interessa sim, liquidar um sistema que tem por sua natureza, a opressão e exploração do Homem sobre o Homem.

Acontece que os EUA sempre foram o meu alvo, primeiro porque são uma hiperpotência, segundo porque são os grandes responsáveis pelo estado calamitoso em que se encontra o Mundo. Pelos vistos os campeões da "Democracia e da liberdade",os policias do Mundo têm grande dificuldade em apagar os seus crimes, que a história não vai perdoar.


Um dos seus crimes, já que alegam que são a nação mais rica do mundo é possuírem 46 milhões de norte-americanos, ou 15 por cento da população, que recebe ajuda governamental para adquirir comida ao longo deste ano, segundo dados apresentados pelo Departamento da Agricultura dos Estados Unidos, ajuda esta dada por Washington na forma de vales que são trocados por comida (Sergei Karpukhin/reuters)... É belo saber disto, quando criticavam o sistema soviético, apesar de este pagar aos seus cidadãos, a alimentação com senhas, isto para os leitores não confundirem miséria com atribuição de uma concepção materialistica.



A propósito de se completarem 66 anos sobre o lançamento das bombas de Hiroshima e Nagazaki, convém lembrar que tipo de século foi o século Americano, que no século XX foi comandado pelos EUA, o paraíso na terra e pátria da “democracia”, onde, também por essa altura, a miséria era esmagadora, a exploração selvagem era (e é) a norma, onde os anarquistas/sindicalistas Sacco e Vanzetti eram assassinados pelo estado, sob falsas acusações, os Rosenberg eram assassinados pelo estado, sob falsas acusações, onde o mundo artístico e intelectual era assolado pela barbárie de um senador fascista, McCarthy... ou onde o “playboy” John Kennedy, planeava sucessivas tentativas de assassinato de Fidel. Mais as bombas de Nagasaki e Hiroshima, mais a Coreia, mais o Vietname, mais Iraque, mais Afeganistão onde os exemplos da chacina de Mazar-i-Charif e o saque de Kandahar ... a lista vai por aí fora.

Estruturas de comando em crimes contra a humanidade (em Seberghan chegou-se ao corte de línguas a prisioneiros, na presença de oficiais superiores da US Army), em missões genocidas da Força Aérea, no discurso messiânico e racista de generais e almirantes do Pentágono.

A velha tese da nação predestinada, a única capaz de salvar a humanidade, foi assumida pelo ex-presidente Bush que fez dela coluna mestra da Nova Ordem Mundial, cujos cimentos teóricos foram reformulados após o 11 de Setembro. Uma concepção maniqueista da vida foi posta a serviço da estratégia imperial de retaliação. A luta contra o terrorismo passou a servir de suporte a uma política de terrorismo de Estado, sem precedente pelo estilo. Na cruzada universal proclamada pela Casa Branca, Deus foi mobilizado.
Informam o mundo de que o Senhor não é neutral, apoia a sua política. E advertem: quem não está com eles é considerado inimigo e como tal tratado.

O capitalismo sôfrego nunca pára e, entre o seu fim ou a guerra, escolhe sempre a guerra. Felizes os aventurados que não se revêm na sua politica. O bom malandro nunca se reviu na sua politica felizmente.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Claro esta... os riscos e os prejuízos todos para o Estado o lucro para o banco BIC

Critica a Fernando Rosas sobre a obra "História de Portugal Vol. VII - O Estado Novo"...




Fernando Rosas na obra História de Portugal Vol. VII - O Estado Novo do José Mattoso esclarece que Portugal não era aliado nem da Itália de Mussolini ou da Alemanha de Hitler, mas desde a primeira hora, aliado de Inglaterra.

Nada mais longe da verdade, além de existir uma clara aliança com a Espanha de Franco ( a mesma que enviou soldados para combater na frente Russa) esqueceu-se de dizer que o comércio desenvolvido com a Alemanha de Hitler, aumentou (e de que maneira) as reservas de ouro e as divisas Portuguesas, em troca do volfrâmio vendido para a Alemanha de Hitler.

Deve também se ter esquecido de que Salazar propôs aos Ingleses e Americanos a negociar uma paz separada com a Alemanha, para não se dar o esmagamento da Alemanha, para esta continuar mesmo apesar de vencida, apta e fortalecida a barrar o passo à onda vermelha.

Aliás tal e qual Salazar proferiu em 27-10-1938 "É insensato supor que a Alemanha poderia indefinidamente resignar-se ou viver numa espécie de menoridade que violentava a sua consciência nacional, de muitas dezenas de milhões de homens superiormente apetrechados e cultos, capaz de manter a unidade, a plenitude da soberania e a recuperação da anterior grandeza".


Depois de derrotada a República Espanhola, saindo vencedor o fascista do Franco, proferiu no dia 23 de Maio de 1939, proferiu a sentença: " Enfrentando por toda a parte a incompreensão e a cegueira da Europa, despendemos esforços e sofrimentos, perdemos vidas, corremos riscos, compartilhamos sofrimentos, no entanto vencemos, eis tudo".


Apoiou a invasão e ocupação da Checoslováquia pela Alemanha Nazi e diga-se fomentadas pela Inglaterra e pela França, proclamou que "além da indiscutível glória de Chamberlain a quem o chefe do governo deve ter a colaboração do seu génio político"... " saíram do acordo de Munique se não uma nova Europa, ao menos as perspectivas de uma Europa muito diferente..."


Portugal exportou volfrâmio indispensável para a indústria de armamento Alemão, abasteceu Portugal e a Espanha Franquista com as "sobras de Portugal" com o nosso povo a morrer de fome, e géneros importados da Alemanha com a permissão Inglesa.


Em Dezembro de 1942 quando a vitória Alemã começa a ser posta em causa, poucos dias depois da violenta campanha de Franco contra os aliados, declarou ser necessário preparar a guerra, telegrafou a Hitler desejando os maiores sucessos na vitória, realiza a cimeira Luso-Espanhola, desencadeia uma campanha contra a Inglaterra e os EUA, e declara para remate final: " A neutralidade esta sujeita a contínua revisão e por isso não se pode dizer alguma vez que é definitiva".


Mas a frase de ouro com que fecho é esta: " Depois de promulgar os três dias de luto nacional pela morte de Hitler, cheguei à conclusão que o maior erro de Hitler foi perder a guerra..."


Grande neutralidade esta hein?
Ganhem vergonha do que escrevam e do que dizem, pois de absurdos e ignorância e má-fé estou eu cheio.

BPN volta às mãos de cavaquistas


É de particular interesse lembrar antes demais, quero apenas dizer que ainda não sei do Dias Loureiro, pergunto porque ele não esta na prisão, juntamente com a cambada que administrava o BPN.

Isto porque o jornal Público garante que já pagámos 2,4 mil milhões de euros (três vezes a receita prevista com o corte no 13º mês).
O banco retorna para as mãos de cavaquistas com 830 trabalhadores a menos, devidamente despedidos e indemnizados, que cobrirá os ridículos 40 milhões que pagarão por recuperar o banco limpinho de dívidas.
Se a gestão do banco foi criminosa, a nacionalização dos seus prejuízos, proposta e aprovada pelo bloco central dos interesses, também o foi.

Faça-se justiça

Coitadinhos...