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sábado, 12 de novembro de 2011

Agiotagem


A pretensão do governo, é colocar mais meia hora de trabalho por dia, diminuição para metade do valor das horas extraordinárias, facilitação e corte nas indemnizações de despedimento, e agora a retirada de quatro dias feriados, são tudo receitas para um mesmo resultado: pôr os trabalhadores a trabalhar mais ganhando menos.
Se isto não é verdade, então que se cheguem à frente, refutem faz favor.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Os espanhóis estão fartos deste tipo de gente

Que confiança lhe inspira Mariano Rajoy:
Quem preferia como 1º ministro:

Avaliação do governo PSOE:


Acredita que se o PP estivesse no governo teria feito melhor:


Como podem ver, o povo está bastante descrente no sistema politico, isto não somente acontece em Espanha, mas um pouco por todo a Europa, sinais dos tempos, das péssimas politicas neoliberais e capitalistas, da corrupção endémica, da pouca ética e moral.
Esperemos que a democracia popular acabe por triunfar.

domingo, 6 de novembro de 2011

Blog a não perder: Pensamentos progressivos


Aqui vos deixo, o link e o meu respectivo conselho, sobre um blog interessantíssimo, conduzido por Paulo Mouta, homem de grande porte intelectual, que os traduz para um blog, onde podemos aprender e ser informados:

http://pensamentosprogressivos.blogspot.com/

É agora?


Será que os EUA, Israel e Inglaterra, têm noção que ao desencadear uma guerra contra o Irão, podem desencadear a 3ª guerra mundial?
A Rússia e a China opõem-se à guerra, isso por si só, é um perigo imenso.
Países que também possuem armamento nuclear, serem confrontados assim, é um perigo para a humanidade.
Claro que de momento estão interessados na guerra, no negócio do armamento e da destruição, para depois avançarem para a reconstrução, mas também pelo petróleo e pelo domínio de toda a região, a humanidade, essa não interessa.
Lembrem-se que a 1ª e a 2ª guerra mundiais, começaram por bem menos que estamos todos a assistir de momento.

sábado, 5 de novembro de 2011

A imagem de Portugal neste momento


Que importa a paisagem, a Glória, a baía, a linha do horizonte?
- O que eu vejo é o beco.
Dito pelo poeta brasileiro Manuel Bandeira.
No entanto o que todos portugueses podem ver neste momento, além de um beco sem saída é a cova feita por estes coveiros.



As pessoas em último lugar


O governo recuou


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Resposta a Manuel Pina: A falta de Stricto Sensu


Ainda que seja um grande apreciador da sua escrita, mais ainda das suas crónicas no JN, não posso deixar de dizer que também tenho espírito critico, não gostei nem um pouco confesso, do seu artigo no JN, intitulado "Lado Sombrio", que faz uma critica ao jornal Avante e ao artigo que faz alusão ao "Protocolos dos sábios de Sião"... Recheado de ofensas graves e algumas não as considero insultuosas, porque revela um profundo desconhecimento sobre as posições do PCP e nomeadamente sobre até a história politica portuguesa.


Diz Manuel Pina, não compreender porque motivo o «PCP se bata contra as leis ultra neo-liberais do trabalho em Portugal apoiando, ao mesmo tempo, a exploração selvagem do trabalho assalariado na China?»

No entanto o Sr. Manuel Pina, devia saber que os apoiantes da China e do Maoísmo já saíram do PCP faz anos, posso lhe dar alguns exemplos concretos,Manuel Villaverde Cabral, Francisco Martins Rodrigues, Miguel Portas, mas leva também outros como Durão Barroso, o actual ministro da educação Nuno Crato, Arnaldo Matos, Jorge Coelho, o antigo ministro das Universidades Mariano Gago,o ex-ministro da Administração Interna Rui Pereira, a mediática procuradora Maria José Morgado, o jornalista José Manuel Fernandes, o historiador Pacheco Pereira, estes senhores ainda hoje são maoístas, ou não fossem elese defensores deste modelo português que começa a ser bem chinês, agora que defendem por exemplo a semana das 48 horas de trabalho.


Por isso o caro Manuel, devia saber que quem apoiava a China e quem continua a querer seguir a China, não é o PCP nem os comunistas portugueses, mas esta gente imprópria para consumo

Manuel Pina fala de anti-semitismo por parte do PCP, mas desconhece que o PCP já recebeu por enumeras vezes e por diversas ocasiões em contactos com o PCI, o partido comunista de Israel. O que PCP não vai é caucionar a política a politica racista e essa sim, anti-democrática e fascizante de Israel, que todos entendemos como sionismo, e isso não são balelas dos tais "Protocolos dos sábios de Sião", são factos que se traduzem nas enumeras ocupações, invasões, assassinatos colectivos, ingerências, omissões, pressões e mais recentemente, temos o caso vergonhoso da UNESCO, das posições dos EUA e de Israel.

Manuel Pina fala das posições da politica internacional do PCP, mas por exemplo, devia conhecer com profundidade que rejeitamos a guerra da ex-Jugoslávia, do Afeganistão, do Iraque, da Líbia, isto mais recentemente, nem apoiamos seguramente a política dos Estados Unidos no Oriente Médio, que tem sido construída em torno de relações muito próximas com três países: Israel, Arábia Saudita e Paquistão, todos eles países de violações de direitos humanos brutais, com democracias ilusórias mas realmente musculadas e controladas pelos EUA, mas diferenciando a Arábia Saudita, país de violações grotescas, ainda vigorando a Idade Média, como regime vigente. Não conte connosco para caucionar estas coisas caro Manuel.


Diz Manuel Pina em relação PCP que «Eis um rosto repugnante, o do anti-semitismo, que o PCP deveria ter vergonha em exibir.»
Vergonha? Talvez de se assumir de esquerda e progressista como o Manuel, e acusar o PCP de actos e palavras vis, quando do outro lado da barricada, ambos sabemos o que se passa.

Manuel Pina, minha admiração pessoal por si, o gosto pela sua escrita não sofre alteração, mas não podia me deitar à noite e conseguir dormir, sem lhe dizer, que perdeu uma excelente oportunidade para não dizer algumas barbaridades cruéis sobre o PCP e seguirmos o stricto sensu.

48 horas


Todos sabemos o que representa, esta proposta das 48 horas semanais. Um claro aumento do lucro dos patrões, ainda que em alguns casos seja pouco, porque não sei como estão a saúde das pequenas e médias empresas, mas seguramente que aos trabalhadores, não vai trazer benefícios.
O modelo de trabalho, seguido por outros países, de aumento dos salários, da qualificação, do mercado interno, da facilidade dos créditos para as empresas foi deitado pelo cano de esgoto, é precisamente este modelo caduco e sem futuro que se pretende manter e aprofundar , de baixos salários mas também de um horário laboral, miserável.
Digo ainda, que oregresso às 48 horas semanais não têm nenhum efeito económico numa prolongada conjuntura recessiva, com uma fortíssima retração do mercado e do consumo internos.

Ora bem, para os portugueses, que tanto criticam a China e bem diga-se, agora, quero realmente ver, qual vai ser a postura, para este Portugal de regresso ao século XIX...

Para terminar, com todas as letras, façam um favor a todos nós, e rápidamente, enviem este palhaço do Álvaro Santos Pereira para Vancouver imediatamente, se fosse possível a prisão seria melhor, para este senhor que defende o totalitarismo como os restantes membros do governo. Mas enviar este palhaço para o sitio onde se encontrava e de onde nunca devia ter saído, já não seria nada mal.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Antítese mental


Uma noticia destas, como a que foi publicada pela Agência Financeira, pura e simplesmente merece algumas considerações:


Uma é que os ditadores Salazar e Caetano, foram tão longe, quando confrontados com a crise do povo português, mas pelos vistos este governo, está mesmo a conseguir inventar um "novo estilo", de regresso ao século XIX.

A outra, como podemos observar na imagem e que eu aqui catalogo de "pérola", é a antítese grave que aqui podemos observar :
«Se estamos no desemprego, temos de sair da zona de conforto e ir para além das nossas fronteiras».

Uma brincadeira de mau gosto ou pura e simplesmente um caso psiquiátrico?
Zona de conforto? Nestas circunstâncias? Estar no desemprego é confortável? Agora os problemas dos portugueses, são resolvidos fora de Portugal, por outros países? Para que serve o nosso governo?


Isto na minha óptica é meramente um antítese mental sem cura...

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Novidades dos novos regimes islâmicos apoiados pelos Estados-Unidos da América





Pelos vistos a nova situação da Líbia está recheada de problemas, ainda a novo regime mal sentou o seu rabo, nas novas cadeiras de poder, ainda que fornecidas pela secretaria dos ingleses, franceses e americanos, mas já se começa a ver nuvens negras no horizonte.

Pelos vistos, temos uma nova Líbia, conservadora, islâmica e simpatizante de movimentos terroristas.

Por exemplo, é importante dizer com frontalidade quem são os membros que compõem o novo CNT (Conselho Nacional de Transição).
Já alguém se interrogou que é composto por elementos desertores do anterior regime, que colaboraram durante quase 42 anos com Kadhafi?
Então se o regime era criminoso, Kadhafi um bárbaro? Então, estes senhores não foram os seus ajudantes de campo? Fieis colaboradores e seguidores, até abandonarem o navio pelo oportunismo, como ratos.
Serão julgados pelos seus crimes, ou agora já são santificados pela santa virgem imaculada?

Mustafa Abdel Jali,foi durante anos, ministro de Kadhafi, hoje é o líder do CNT, embora a comunicação social, pareça querer esconder estes pormenores, a imprensa estrangeira aborda estas questões.

Já agora, os lideres das tribos que durante anos seguiram Kadhafi cegamente, também integram o CNT, quando no fundo, colaboraram diariamente, nas organizações populares do regime, eram o pilar que segurava o regime.

Depois temos a sociedade civil, esta sim também colaboracionista, mas com o ocidente, prontos a servirem os seus senhores, e a serem mais uma voz aliada no novo xadrez politico.


Não podemos esquecer, o actual governador de Tripoli, o Sr. Abdelhakim Belhaj, que é nada mais nada menos o fundador do ICG, grupo Islâmico com ligações á AL-QAEDA, que tem um pequeno exército leal, potencialmente destabilizador. Por isso a introdução da Lei Sharia, que confere um sinal de autenticidade ao novo regime, em sintonia com os regimes mais bárbaros a medievais, aliás suportados ou outrora também fomentados pelos Estados-Unidos da América.

Também de realçar, as recentes eleições tunisinas, que vão culminar numa nova Constituição, e num governo de transição, sendo que o partido também islâmico o « Ennahdha», venceu as eleições.

Pelos vistos, ninguém acha estranho na Europa e no mundo também, que estes movimentos chegaram ao poder, mas estão bastante próximos de todo o flanco sul da Europa, tornado agora a situação um pouco perigosa.

Hilariante, é saber que estes senhores chegaram mais uma vez ao poder, assim como no Afeganistão, com o apoio dos EUA, como não poderia deixar de ser...
Interessante, não acham?