Um blog Progressista de Miguel Leite.
Grande Camarada: Excelente!
Escreves bem, mesmo que não concorde na globalidade com as tuas ideias, porque percebe-se a tua conduta excessivamente forte para com os adversários do nosso partido.Mas fica a saber temos acompanhado a tua escrita e temos propostas para ti.Entra em contacto comigo.Abraço camarada manuelpinaraujo@hotmail.com
Obrigado camarada.
A força das convicções não se mede pela "dureza" ou não dureza das palavras, mas pela transparência e pelos actos realizados
Olá Jonhy,Ainda não tinha visto este vídeo, obrigado.Tenho a comentar que em tudo o que vi e ouvi posso sintetizar uma ideia: A Zita Seabra cedeu ao fácil e de política não creio que a Sra. algum dia tenha querido desenvolver algo, independentemente do posicionamento partidário ou convicção.Não consigo crer que o processo de perda de convicções e posterior adesão ao ppd possa ter sido uma coisa tão simples e banal para uma pessoa que supostamente teria uma visão política.Na minha perspectiva ser comunista não se trata de acreditar, isso é mais para a religião e o futebol.Trata-se de ter princípios e aceitar pensar.A Zita não quer pensar. Não quer ter espírito crítico nem debater ou dissecar políticas e modelos, apresentando no final respostas e caminhos.Apenas está interessada em agradar aos da sua classe. Agora deve-se sentir feliz e cheia. Agora é uma tia com um passado «obscuro» e pode dizer aos seus, de forma patética e fraca na substância, que venceu uma doença a que tristemente chama de «comunismo», da mesma forma que as pessoas menos atentas dizem que a URSS era um «país comunista» ou que os comunistas são pessoas diferentes das pessoas «normais». É fácil dizer isso, é difícil «perder tempo» a explicar o que é e que objectivos tem um estado que se torna socialista, especialmente às tias de cujas ZS é talismã. Sente-se certamente integrada.O desenvolvimento social, político, cultural e económico de Portugal dispensa pessoas assim.Mais uma nota, o Álvaro tinha raízes, provavelmente, mais burguesas que a ZS, mas soube sempre posicionar-se no lado da inteligência e da verdade. A ZS é mole, fraca e sinceramente, não sei porque continuam a dar relevo ao que ela diz. É um tanto patética. Só vale pela bandeira em que foi transformada, não porque tenha uma qualidade pessoal de relevo ou especial interesse, e só vale para quem a tornou no que é, para quem quer provar que outro caminho é impossível. E isso é que é a impossibilidade e o grotesco da coisa. É mesmo preciso mudar!!!
Concordo plenamente, a sua opinião, é realmente reflectiva, agora ques estou a escrever e a ler o seu artigo, ainda hoje com um camarada de Coimbra, lhe disse dos perigos de esse tipo de pessoas poderem andar e continuar a tentar destruir a unidade do partido,é sempre real, por isso é fundamental os militantes e simpatizantes do partido se manterem informados, sempre conscientes e reflectivos, das questões que envolvem o socialismo, da nossa tarefa de manter o partido vivo e actuante, reflectivo, leal ao povo, aos interesses nacionais do nosso povo, do bem-estar, porque nós comunistas portugueses somos fundamentais para o socialismo, porque sempre estivemos com o povo nos bons e nos maus momentos, firmes no ideal comunista, no amor ao povo.
Grande Camarada: Excelente!
ResponderEliminarEscreves bem, mesmo que não concorde na globalidade com as tuas ideias, porque percebe-se a tua conduta excessivamente forte para com os adversários do nosso partido.
ResponderEliminarMas fica a saber temos acompanhado a tua escrita e temos propostas para ti.
Entra em contacto comigo.
Abraço camarada
manuelpinaraujo@hotmail.com
Obrigado camarada.
ResponderEliminarA força das convicções não se mede pela "dureza" ou não dureza das palavras, mas pela transparência e pelos actos realizados
ResponderEliminarOlá Jonhy,
ResponderEliminarAinda não tinha visto este vídeo, obrigado.
Tenho a comentar que em tudo o que vi e ouvi posso sintetizar uma ideia: A Zita Seabra cedeu ao fácil e de política não creio que a Sra. algum dia tenha querido desenvolver algo, independentemente do posicionamento partidário ou convicção.
Não consigo crer que o processo de perda de convicções e posterior adesão ao ppd possa ter sido uma coisa tão simples e banal para uma pessoa que supostamente teria uma visão política.
Na minha perspectiva ser comunista não se trata de acreditar, isso é mais para a religião e o futebol.
Trata-se de ter princípios e aceitar pensar.
A Zita não quer pensar. Não quer ter espírito crítico nem debater ou dissecar políticas e modelos, apresentando no final respostas e caminhos.
Apenas está interessada em agradar aos da sua classe. Agora deve-se sentir feliz e cheia. Agora é uma tia com um passado «obscuro» e pode dizer aos seus, de forma patética e fraca na substância, que venceu uma doença a que tristemente chama de «comunismo», da mesma forma que as pessoas menos atentas dizem que a URSS era um «país comunista» ou que os comunistas são pessoas diferentes das pessoas «normais». É fácil dizer isso, é difícil «perder tempo» a explicar o que é e que objectivos tem um estado que se torna socialista, especialmente às tias de cujas ZS é talismã. Sente-se certamente integrada.
O desenvolvimento social, político, cultural e económico de Portugal dispensa pessoas assim.
Mais uma nota, o Álvaro tinha raízes, provavelmente, mais burguesas que a ZS, mas soube sempre posicionar-se no lado da inteligência e da verdade. A ZS é mole, fraca e sinceramente, não sei porque continuam a dar relevo ao que ela diz. É um tanto patética. Só vale pela bandeira em que foi transformada, não porque tenha uma qualidade pessoal de relevo ou especial interesse, e só vale para quem a tornou no que é, para quem quer provar que outro caminho é impossível.
E isso é que é a impossibilidade e o grotesco da coisa. É mesmo preciso mudar!!!
Concordo plenamente, a sua opinião, é realmente reflectiva, agora ques estou a escrever e a ler o seu artigo, ainda hoje com um camarada de Coimbra, lhe disse dos perigos de esse tipo de pessoas poderem andar e continuar a tentar destruir a unidade do partido,é sempre real, por isso é fundamental os militantes e simpatizantes do partido se manterem informados, sempre conscientes e reflectivos, das questões que envolvem o socialismo, da nossa tarefa de manter o partido vivo e actuante, reflectivo, leal ao povo, aos interesses nacionais do nosso povo, do bem-estar, porque nós comunistas portugueses somos fundamentais para o socialismo, porque sempre estivemos com o povo nos bons e nos maus momentos, firmes no ideal comunista, no amor ao povo.
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